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IA vs Humanos

24/06/2024
6:13 pm

às

Tópicos

A inteligência artificial (IA) tem sido um dos tópicos mais quentes no mundo da tecnologia e inovação nos últimos anos. Com avanços rápidos e surpreendentes, a IA está transformando várias indústrias, gerando debates sobre seu potencial de substituir seres humanos em diversas funções. 

Neste artigo, vamos falar se realmente a IA irá substituir completamente os humanos, explorando a evolução dessa tecnologia e o impacto de ferramentas como o ChatGPT.

 

Mas afinal, o que é inteligência artificial?

A inteligência artificial nada mais é que a capacidade de máquinas executarem tarefas que normalmente requerem inteligência humana, é dar a máquina a capacidade de simular os processos cognitivos correlacionando informações.

Embora a IA tenha suas origens na década de 1940, foi nas últimas décadas que seu desenvolvimento acelerou, com avanços significativos em hardware, software e técnicas de aprendizado. Além disso, o volume de dados disponíveis também aumentou, permitindo o aprimoramento do treinamento dessas IAs de forma mais efetiva. A evolução dessa tecnologia tem levantado questões sobre a possibilidade de substituição dos humanos por máquinas em muitos campos.

 

  • 1943: Primeira rede neural baseada em algoritmos.
  • 1956: Criação do termo “inteligência artificial”.
  • 1957: Introdução do conceito de perceptron. Essa foi a “Era de Ouro da IA” devido ao grande entusiasmo e muitos pesquisadores estudando o algoritmo.
  • 1980: Declínio do hype da IA e reconhecimento de padrões, marcando o primeiro “Inverno da IA”.
  • 1989: Surgimento dos primeiros algoritmos de deep learning (aprendizado profundo).
  • 1997: Primeira vez que um computador venceu um humano no xadrez: IBM Deep Blue vence Garry Kasparov.
  • 2000: O termo deep learning se populariza e começa a ser treinado em camadas.
  • 2009: O aumento no volume de dados diminui erros e facilita o treinamento de IA.
  • 2010: Desenvolvimento do carro autônomo.
  • 2012: Reconhecimento de gatos pelo Google.
  • 2015: Facebook reconhece pessoas em fotos.
  • 2021: Boom GPT-3
  • 2022: Surge o ChatGPT

 

 

IBM Deep Blue vence Garry Kasparov
Primeira vez que um computador venceu um humano no xadrez: IBM Deep Blue vence Garry Kasparov.

 

O Boom do ChatGPT

O lançamento do ChatGPT pela OpenAI marcou um ponto de inflexão no desenvolvimento de IA. O ChatGPT é um modelo de linguagem treinado em vastos conjuntos de dados para gerar texto de forma coesa e relevante. A capacidade do ChatGPT de entender e gerar linguagem natural tem levado a uma ampla adoção em várias indústrias. 

O impacto do ChatGPT foi tão profundo que muitos começaram a questionar se essa tecnologia poderia substituir funções humanas, especialmente em áreas que envolvem comunicação e processamento de linguagem natural. No entanto, é essencial entender que, apesar dos avanços, há limitações significativas que tornam a substituição completa dos humanos pela IA inviável.

 

Limitações técnicas da IA

  • Falta de compreensão contextual e emocional: A IA, incluindo o ChatGPT, é excelente em gerar texto baseado em padrões encontrados nos dados de treinamento. No entanto, essas máquinas não possuem uma compreensão verdadeira do contexto ou das nuances emocionais. Enquanto um humano pode interpretar e responder a uma situação emocional complexa, a IA responde com base em padrões estatísticos, sem compreender as emoções subjacentes.

 

  • Dependência de dados: A IA é altamente dependente dos dados nos quais foi treinada. Isso significa que qualquer viés ou limitação presente nos dados de treinamento pode ser refletido nas respostas geradas pela IA. Humanos, por outro lado, podem aprender e adaptar-se de forma mais flexível e criativa, muitas vezes inovando além dos dados disponíveis.

 

  • Incapacidade de pensamento crítico e criatividade: Embora a IA possa simular criatividade até certo ponto, ela ainda carece da capacidade de pensamento crítico e inovação genuína que são características exclusivamente humanas. 

 

IA como assistente e não substituta

Grandes empresas têm utilizado a IA para aumentar a eficiência e a produtividade, mas não como substituto direto dos humanos. A Apple, por exemplo, começou a incorporar a IA de última geração aos seus aparelhos.

Com a “Apple Intelligence”, a empresa pretende reformular a maneira de usar o iPhone, o iPad e o Mac – e isso inclui uma parceria com a própria OpenAI. Com a nova tecnologia, usuários terão uma experiência mais personalizada. Recursos e aplicativos nativos dos sistemas da Apple também estarão integrados e a IA generativa promete ser útil para criar textos, imagens e emojis.

 

Apple Intelligence
A Apple decidiu chamar sua Inteligência Artificial de Apple Intelligence. (Imagem: YouTube Apple/Reprodução)

 

A Ford Motor Company implantou robôs inteligentes guiados por IA na fábrica de Cologne, Alemanha. Os robôs trabalham lado a lado com os humanos em diversas tarefas, liberando-os para atividades mais estratégicas. Com o uso da inteligência artificial.

Esses exemplos mostram que a IA serve como uma ferramenta complementar, permitindo que humanos se concentrem em tarefas mais complexas e estratégicas, alinhando-se à visão apresentada em “Co-Intelligence: Living and Working with AI“. 

No livro, é explorada a ideia de que a inteligência artificial deve ser utilizada como uma co-inteligência que potencializa as capacidades humanas ao invés de substituí-las. Os autores argumentam que a verdadeira força da IA reside em sua capacidade de colaborar com os humanos, criando um ambiente de trabalho onde máquinas e pessoas se complementam mutuamente. 

 

O futuro: IA e humanos trabalhando juntos

A verdadeira revolução da IA não está em substituir os humanos, mas em trabalhar ao lado deles para amplificar suas capacidades. A IA pode assumir tarefas repetitivas e processar grandes quantidades de dados rapidamente, liberando os humanos para se concentrar em áreas que exigem criatividade, empatia e julgamento crítico.

Embora a IA, representada por avanços como o ChatGPT, tenha demonstrado capacidades impressionantes, a substituição completa dos humanos é tecnicamente inviável devido a limitações críticas. 

 

“Não adianta alimentar a inteligência artificial com toda a história da humanidade; ela não será capaz de produzir um artigo científico novo, por exemplo. A IA não possui um viés de criatividade. Ela é projetada para completar tarefas com base em probabilidades, portanto, não consegue criar soluções novas, apenas responde com base no que foi treinada.” Elian Medeiros, Arquiteto de Software da New Rizon.

 

Na New Rizon, estamos na vanguarda dessa transformação, desenvolvendo e usando produtos de IA que se integram perfeitamente ao cotidiano de nossos desenvolvedores e clientes. Utilizamos ferramentas como Copilot, Tabnine e ChatGPT para auxiliar na construção de código, tornando o processo mais eficiente e permitindo que nossos desenvolvedores se concentrem em tarefas mais complexas e inovadoras. 

Quando se trata de vender nossas soluções de IA, adotamos uma abordagem centrada na inovação contínua e no aprendizado constante. Ao identificar os desafios específicos que nossos clientes enfrentam, usamos a IA para resolver problemas bem definidos. Este é o primeiro passo para criar algo relevante: uma Prova de Conceito (POC) real para um problema real.

Em vez de temer a substituição, deveríamos abraçar a IA como uma aliada poderosa que pode nos ajudar a alcançar novos patamares de produtividade e inovação. É importante lembrar que a IA é uma criação humana, e seu impacto na sociedade dependerá de como decidimos utilizá-la.

 

  • Henrique de Castro

    Henrique de Castro, tem mais de 21 anos em experiência na tecnologia. É CEO da New Rizon, já passou por todas as áreas do fluxo de desenvolvimento de software, deste estagiário de suporte técnico a dev, gerente de projetos e CTO. Hoje associa consultoria a tecnologia, falando de inovação mão na massa, desenvolvimento soluções digitais desde a concepção até a execução. É consultor tecnológico em fundos de investimentos, já construiu e vendeu startups. Atuou em projetos na área financeira, educacional e BPO. Certificado Scrum Master, Graduado em Ciência de Dados, MBA Executivo no Insper, aplica os conceitos de gestão ágil com mentoria a várias empresas de serviços.

  • Carolina Gangorra

    Carolina é Analista de Marketing na New Rizon e especialista em Inbound Marketing e produção de conteúdo. Possui formação em Jornalismo e um MBA em Marketing e Redes Sociais.

O Autor:
  • Henrique de Castro

    Henrique de Castro, tem mais de 21 anos em experiência na tecnologia. É CEO da New Rizon, já passou por todas as áreas do fluxo de desenvolvimento de software, deste estagiário de suporte técnico a dev, gerente de projetos e CTO. Hoje associa consultoria a tecnologia, falando de inovação mão na massa, desenvolvimento soluções digitais desde a concepção até a execução. É consultor tecnológico em fundos de investimentos, já construiu e vendeu startups. Atuou em projetos na área financeira, educacional e BPO. Certificado Scrum Master, Graduado em Ciência de Dados, MBA Executivo no Insper, aplica os conceitos de gestão ágil com mentoria a várias empresas de serviços.

  • Carolina Gangorra

    Carolina é Analista de Marketing na New Rizon e especialista em Inbound Marketing e produção de conteúdo. Possui formação em Jornalismo e um MBA em Marketing e Redes Sociais.

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